(Source: dirtylittlestylewhoree)
(Source: iamliketinkerbell)
(Source: neverendingwank)
“Quem nunca disse que o amor só existe para os loucos ? Quem nunca falou “não acredito no amor, isso não é pra mim” e no final, acabou se apaixonando ? Conheci um casal assim, como todos os outros tudo começou com uma grande amizade. Eles eram totalmente diferentes, era um casal quase impossível, quem olhava pros dois sempre dizia “Como pode ser tão diferente e tão completos ?” Eles se entendiam, ele gostava de noitadas e ela ficava em casa, esperando por uma única ligação ou talvez por uma carta surpresa jogada embaixo da porta ou até mesmo na caixinha do correio, o celular vibrava, o coração disparava e ela sempre pensava que era ele, mas se enganava, ele só lembrava quando queria alguém pra brincar. Mas a história não começa ai, tudo começou no jardim de infância.
- Mario, Mario, Mario, Mario. – Disse ela, com aquela voz de criança mimada
- Diga menina insuportável – falou enquanto estava deitado em seu colo, naquela casinha que diziam que era deles
- Não sou insuportável, seu chato – emburrou-se e cruzou os braços
- Estou brincando, desculpa – Levantou-se e a abraçou de lado
- Sai daqui, seu idiota. – Disse irritada e empurrando-o para longe.
Quem diria que tão novos poderiam brigar daquela forma ? Eles sempre foram perfeitos e ao mesmo tempo tão imperfeitos, tão sem noções, tão inocentes, mal sabiam que naquele dia iria crescer um sentimento, uma promessa, a primeira promessa que iriam cumprir.
- Sai daqui idiota. – Disse imitando e deixando-a mais irritada ainda
– Fala o que você quer ? Falou tanto meu nome e não terminou de falar
- Suspirou e disse:
- Me promete uma coisa ? – disse olhando-o e logo desviou os olhos para baixo, como quem não quer nada, como quem sabia que aquela simples brincadeira de criança ia mudar o resto da vida de ambos
- O que ? – Disse olhando-a com aqueles olhos castanho escuro e foi aproximando-se.
- Promete pra mim que quando a gente crescer, vamos casar e ter filhos ? Vamos ter uma casa igual à essa ? Só que bem grande e mais bonita ? – Seus olhos claros e inocentes estava com um brilho diferente, um sorriso tomava conta do seus lábios
- Eu prometo, vamos ter dois filhos e nossa casa vai ser igual esse, só que maior e mais bonita, você sempre será minha gordinha, a única. – Pegou em sua mão e encostou os lábios em sua testa.
Logo conseguia ouvir uma voz gritando, era a monitora a procura de ambos, eles saíram de mãos dadas daquela casinha, pegaram as mochilas e foram cada um pra perto da sua mãe.
- Tchau, se cuida Melissa. – Disse ele com um sorriso no rosto
- Tchau. – Acenou com a mão e entrou no carro.
O que eles não sabiam é que aquele dia era o ultimo da escola,logo vinha as férias de dezembro e ela iria mudar de cidade. Como eram crianças não foi tão difícil se separar, anos se passaram. Ele fazia faculdade de mecânica e ela fazia de letras, depois daquele ano nunca mais se viram, conversavam por mensagens de textos ou cartas, tantos anos se passaram e por mais que não existisse um contato físico, existia um contato sentimental, é como se a alma de ambos estivessem juntas a muito tempo, é como se a ligação fosse de outras vidas. Um certo dia, ela foi até sua caixa de correio, como ia todas as manhãs e lá tinha uma carta.
“Mel, meu amor. Como você esta ? Tenho tanta coisa pra te contar, me desculpe por ficar todo esse tempo sem mandar mensagens ou as cartas, é que a faculdade estava tomando todo meu tempo e também estou um pouco ocupado com as noites, festas da universidade, você sabe né ? Tudo isso tira o tempo de qualquer um, mas eu estou lhe escrevendo mesmo para lhe dizer que estou me formando no sábado que vem e queria muito que você estivesse aqui comigo. Sei que faz anos que não nos vemos, eu não sei como você está e talvez nem te reconheça, já que preferiu não me mostrar nenhuma foto, você continua baixinha ? Você ainda tem aquele cheiro de neném ? E seus olhos, ainda tem aquele brilho ? Você deve estar uma mulher, como eu estou, um homem ou quase lá, como diz minha mãe. Fiquei sabendo que vai publicar seu primeiro livro, fico tão feliz por isso sabia ? Vou ser o primeiro a comprar e como você vai vir pra cá, eu quero um autografo e um dedicatória, tudo bem ? Mas falando sério, eu ficaria feliz se você pudesse vir me ver, gostaria de te ver na primeira fila, gostaria de te ver levantando-se e me aplaudindo e precisamos fazer aqueles filhos, lembra da promessa ? É pra ser cumprida, eu não esqueci e nunca vou me esquecer. Se cuida, meu amor.
Com carinho, seu eterno Gordinho.”
E o quer seria aquilo ? O amor batendo na porta e implorando pra entrar ? Mas ela sempre acreditou que o amor era para os loucos, será que ela estaria ficando louca ? Aquilo só podia ser alucinação, escrever sobre amor já estava mexendo com sua cabeça. Passou a noite toda fazendo rascunhos, tentando dar uma resposta aquela carta, foram folhas e mais folhas amassadas e jogadas pelo chão da sala, o sol já estava acordando quando ela foi se deitar. Passou a semana toda na ansiedade de revê-lo, o final de semana chegou, passagens em uma mão e na outra uma mala de rodinhas, ela entrou no avião e foi-se embora. Agora não poderia mais se arrepender e nem voltar atrás, passaram-se horas dentro daquele avião, seu coração parecia que ia sair pra fora, suas mãos soavam e não era medo de altura, o medo era de vê-lo, de sentir algo a mais, de fazer renascer aquele amor.
- Mel. – Estava de costas para ele, mas quando ouviu seu nome, reconheceu aquela voz, era a voz dele.
Ela se assustou, seus olhos se encheram de lágrimas e então se virou, deixou a única mala ali mesmo e correu na direção dos seus braços, aquele abraço era único, o abraço tão desejado, tão esperado, não poderia ser melhor. Ficaram ali por vários e vários minutos. Ele estava com um cheiro de cigarro insuportável que se misturava com o cheiro doce de perfume, parecia que tinham voltado à quase 20 anos atrás, voltado naquele último abraço de quando ainda éramos crianças. Ainda ser tirar os braços de volta de seu pescoço, sussurrou no ouvido dele.
- Como é bom te ver de volta gordinho - ela não pode conter o sorriso que se formou em seus lábios, era um sorriso de felicidade, fazia anos que não sorria daquele jeito.
-Você está linda, como sempre, deu uma evoluida hein - Falou com uma risada gostosa no ouvido dela, lhe causando arrepios no corpo inteiro.
- Você também não está nada mal - o respondeu se afastando do abraço e lhe olhando de baixo para cima. Os olhos dela pararam no rosto dele, estava tão mudado. Aquele menininho que implicava comigo no jardim de infância havia crescido e se tornando num homem de verdade, com braços fortes, barba por fazer, cabelo um pouco bagunçado. Um belo homem, exatamente ou bem melhor do que ela havia imaginado e sonhado todas as noites. E o pensamento dele também não foi muito diferente do dela, ele estava encantado com a mudança dela… Ainda continuava menor que ele, só que os cabelos estavam mais curtos e claros, seus olhos continuavam com o mesmo brilho de como ele se lembrava. E aquele sorriso dela, encantador. O sorriso dele nem se fale, fazia ela suspirar por dentro já que por fora não poderia demonstrar tudo aquilo e dessa vez ambos tinham certeza de que o amor existia, de que aquela brincadeira não foi só uma brincadeira qualquer, serviu para encaixa-los um ao outro, para mostrar que haveriam mulheres na vida dele e homens na vida dela mas que no final o destino dos dois estavam traçados, os caminhos cruzados e nada, nada que pudesse acontecer iria separa-los, nada. A noite de formatura passou, ela estava orgulhosa por vê-lo ali, recebendo seu diploma e ele estava feliz por vê-la ali, aplaudindo-o e sorrindo, como sempre sonharam. Eles estavam saindo sorridentes da faculdade, quando Mario puxou ela pelo braço fazendo-a colar em seu corpo, suas respirações ficaram aceleradas e ele procurou sedento pelos lábios macios dela, ao tocá-los á sensação de senti-los pela primeira vez os fizeram acelerar ainda mais o primeiro beijo deles e fazendo o clima entre eles esquentar. Ele imprensou-a entre os armários e desceu seus lábios até seu pescoço, mordendo-o de leve e deixando uma leve marca. Subiu sua boca novamente e voltou á beijá-la com vontade, as pernas dela já estavam em torno da cintura dele. Os dois esperaram isso á muito tempo. Para não serem pegos no flagra eles pararam de se beijar e foram para o estacionamento, onde estava o carro dele. Trancaram as portas e fecharam os vidros. Ambos sorriram um para o outro e foram para o banco de trás, tiraram suas roupas rapidamente e foi o momento mais mágico e especial que já tiveram um suas vidas. Foi a primeira vez de amor dos dois, um amor que podia se ver de longe, que pela primeira vez eles se uniram formando apenas um, sendo o que eles sempre foram, apenas um. É isso que o amor verdadeiro faz, une as pessoas e as torna melhores. Não os fazendo ver dois enamorados e sim, apenas um. quela noite não foi a única, vieram várias e várias noites de amor, e aquela promessa ? Os dois filhos e a casa ? Eles cumpriram isso, tinha noites que ele chegava embriagado dentro de casa e ela ao invés de mata-lo, apenas cuidava. Ela se tornou uma grande escritora, escreveu vários livros, as vezes depois de uma noite de amor, ela ia pra frente do computador, só de calcinha e a camisa dele, sentava ali ao lado de uma xícara de café e ficava escrevendo, enquanto ele ia dormir, pro outro dia acordar cedo e ir trabalhar. Eles brigavam ao ponto de quebrar a casa toda e no outro dia ter que ir comprar todas as coisas novamente, mas se amavam ao ponto de não viver sem, não viver longe. Ele foi um jovem que curtiu toda sua vida, passou a vida toda vadiando, podia ter todas as mulheres que queria, cada noite era uma diferente mas com o tempo ele foi amadurecendo e viu que a única mulher que ele queria pro resto da vida, foi aquela que mesmo longe nunca deixou aquele sentimento morrer, mesmo distante nunca desistiu dele e o aceitou com todos os defeitos e as qualidades, o amou do jeito que ele sempre foi, ele agora entendia o por que de nunca ter levado nenhuma á serio, pois a única que ele iria levar a vida estava preparando para entregar. A distancia não atrapalhou, os anos sem se tocarem e nem se verem nunca foi nada perto do bem que eles sentiam ao se falar mesmo sendo por mensagens ou cartas.
06 de maio de 2012, 3:15hrs.
- Vem pra cama amor - Pediu ele, assim que percebeu que ela estava acordada escrevendo.
- Volta a dormir amor, é cedo ainda - respondeu ela se virando e lhe mandando um beijo
. - Não, quero você aqui gordinha - falou ele se levantou apenas de cueca box e indo em direção á ela, que já sorria.
- Tá frio.
- Deixa eu te esquentar - disse levantando-a para a cama no colo.
- Pega a coberta.
- Não precisamos de coberta, temos calor humano.
- Pega a coberta amor.
- Ok - resmungou e os cobriu com a coberta até ficar escuro.
- Não consigo te ver.
- Assim é excitante, vem cá - disse ela mordendo o lábio inferior dele.
- Gostosa.
- Me chupa.
- Assim, tão rápido?
- A romântica aqui era eu né? - perguntou entre risos.
- Pra que romantismo né?
-Você já mostra teu romantismo assim que acorda.
- Sério?
- Sim, ao me ver toda descabelada, com bafo, sem maquiagem e ainda diz que me ama.
- Eu te amo.
- Eu te amo mais.
- Vamos discutir ou fazer algo melhor?
- Fazer algo melhor.
- Então vem cá, mostra que ainda tem pegada e consegue dar conta do recado.
- Sempre vou dar, você sabe.
- Sei meu gostoso, agora vem logo vai.
- Grossa.
- Grosso.
- Tá, quietos né?
- É…Quietos.
- Te amo.
- Eu também te amo, pra sempre gordo.
E assim eram todas as noites, eles discutiam até mesmo na hora de fazer amor, eles queriam se matar e matariam aos outros se chegassem perto de ambos. Quem via a relação de longe dizia que eram loucos, mas não eram, eles era completos apenas isso, eles fazia o amor renascer a cada amanhecer, eles eram os imperfeitos mais perfeitos, os incompletos mais completos, eles eram eles e ninguém precisava se meter ou tentar entender, o quanto eles se amavam só eles sabiam e era pra sempre. Ele o gordinho dela e ela a gordinha dele, um amor de outra vida e que por mais que eles vivessem mais vidas ainda, continuariam se amando e se matando, o amor que existiam entre eles eram impossível de se explicar, os dois, somente os dois sabiam o que se passava naquela relação de ódio e amor.
Amanda marzura (fake-l0ve) - and - Melissa Barbosa (defectiv-e)
Eu tenho orgulho, de chamar algumas pessoas de amigos.
(Source: sou-tuapequena)
Um dia quando eu era calouro na escola, vi um garoto da minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos os seus livros. Eu pensei: “Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa sexta feira? Ele deve ser mesmo um CDF !” O meu final de semana estava planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos no sábado à tarde), então dei de ombros e segui meu caminho. Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo em direção a Kyle. Eles o atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-o de uma forma que ele caiu no chão. Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ele estava. Kyle ergueu o rosto e eu vi uma terrível tristeza em seus olhos. Meu coração penalizou-se! Corri até o colega, enquanto ele engatinhava procurando por seus óculos. Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: ‘Aqueles caras são uns idiotas! Eles realmente deviam arrumar uma vida própria’. Kyle olhou-me nos olhos e disse: ‘Muito obrigado’! Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava. Por coincidência ele morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ele freqüentava uma escola particular. Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ele se revelou um garoto bem legal. Perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais gostava dele. Meus amigos pensavam da mesma forma. Chegou a Segunda-Feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu o parei e disse: ‘Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando essa pilha de livros assim todos os dias!’. Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos, mais unidos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar em Faculdade. Kyle decidiu ir para Georgetown e eu para a Duke. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria problema. Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F. Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar. No dia da Formatura Kyle estava ótimo. Era um daqueles caras que realmente se encontram durante a escola. Estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos. Ele saía com mais garotas do que eu e todas as meninas o adoravam! Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: ‘Ei, garotão, você vai se sair bem!’ Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu e disse: -‘Valeu’! Quando ele subiu no oratório, limpou a garganta e começou o discurso: ‘A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém, é o melhor presente que você pode lhes dar. Vou contar-lhes uma história: ‘Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana! Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse e estava levando todas as suas coisas para casa. Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso. ‘Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo inominável!’ Eu observava o nó na garganta de todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia. Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior. Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma. Autor desconhecido
VOCÊ QUE NÃO LEU POR PREGUIÇA, PERDEU UMA GRANDE HISTÓRIA ..
(Source: odeiorotulos)
(Source: querido--john)